

Feira Nordestina de Ciências e Tecnologia
A FENECIT - Teve sua primeira edição no ano de 2004 no município de Camaragibe – PE. Foi inspirada no movimento de feiras de iniciação científica para o Ensino Básico no Brasil, movimento esse liderado pela FEBRACE- Feira Brasileira de Ciências e Engenharia- USP- SP; MOSTRATEC – RS e CIÊNCIA JOVEM- PE.
Além da exposição de projetos, a FENECIT conta com eventos integrados como o SENECIT - Seminário Nordestino de Ciências e Tecnologia, e o POP - Inspirando Boas ideias.
Quem realiza
A FENECIT é realizada pelo Instituto Princípio do Saber, que conta com seus professores, equipe administrativa, pedagógica e gestão nesse evento.
A equipe de trabalho é dividida em várias frentes, sendo uma comissão executiva, composta por: Coordenação-Geral, Coordenação-Executiva e Coordenação de Assuntos Institucionais. Além de 5 comitês representados por seus respectivos responsáveis. Cada um deles lidera um grupo de pessoas que é responsável por planejar e organizar determinadas atividades no evento: Comunicação, Avaliação, Secretaria, Eventos Integrados e o Comitê de Revisão Científica (sob responsabilidade da Coordenação Executiva).

Equipe

Rosenilda Vilar
Fundadora e Coordenadora Geral da FENECIT, a professora Rosenilda é também a gestora da Academia Princípio do Saber.
Licenciada em Geografia pela UFPE.

Renata Melo
Coordenadora Executiva da FENECIT, Integrante do Comitê Internacional da MILSET.
Bacharel em Geografia pela UFPE.

Mateus Santos
Coordenador de Assuntos Institucionais da FENECIT.
Licenciando em História pela UFRPE.

Ivanilda Braga
Diretora-Financeira e Líder do Comitê de Avaliação da FENECIT

Ray Vilar
Responsável pelo Seminário POP - Inspirando Boas Ideias.
Bacharel em Geografia pela UFPE.
Objetivos da FENECIT
Geral:
Despertar nos alunos o interesse pela produção e saber científico, através da construção de projetos de pesquisas no cotidiano escolar.
Específicos:
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Possibilitar o contato mais direto com o conhecimento científico produzido atualmente nas universidades do Brasil.
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Enfrentar e analisar situações problema existentes nas comunidades.
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Construir argumentação: relacionar informações e conhecimentos disponíveis em situações concretas.
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Elaborar e introduzir propostas de intervenções, utilizando os conhecimentos desenvolvidos no cotidiano escolar.
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Selecionar e interpretar dados coletados a partir de objeto de estudo selecionado pelo próprio estudante.
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Incentivar a criatividade e inovação existente no estudante.
A produção científica em escolas de ensino fundamental e médio representa uma etapa para o crescimento do país, pois com este tipo de iniciativa o cotidiano escolar torna-se mais dinâmico e atrativo para os jovens, levando-os a buscar o conhecimento.
A prática da pesquisa no cotidiano escolar visualiza o aluno como produtor de conhecimento e não só como espectadores do mesmo, estimulando-os a aprender a aprender. A atual metodologia de ensino, ainda hoje muito utilizada, em que o aluno deve memorizar o conhecimento sem questioná-lo, tornando-o apenas um receptor de conhecimento e não um ser pensante produtor deste, desestimula o estudante a buscar o conhecimento.
A pesquisa científica vivenciada no cotidiano escolar desperta o gosto pelo saber. A curiosidade do aluno neste processo é de grande relevância, visto que, tudo aquilo que ensinamos aos nossos alunos, eles perdem a oportunidade de aprender. Quando um aluno é desafiado a construir um projeto utilizando a pesquisa científica vai existir uma quebra de paradigma na estrutura educacional, pois o professor deixará de ser um expositor de informações e passará a ser um orientador de tudo processo.
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